Hey Oh, Let's Go! [2]



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E olha eu aqui outra vez, com os pulmões cheios de alegria e o coração batendo no ritmo da felicidade. Pois é, parece que foi ontem que eu escrevi o 'Hey Oh, Let's Go!' e na verdade já faz um ano! 
Veja bem, meu bem. Mais doze meses correram pelo calendário e o meu afeto por você continua aqui. Forte, intacto e firmado no Senhor.
Hoje é o nosso dia de ações de graça, porque tanto fez, faz e fará o Senhor por nós. Fico tão satisfeita por saber que Ele ele ouviu aquela oração feita no ano passado, por Ele nos ter permitido comemorar mais um ano 'juntas'.
Sim, ainda trocamos emails, hoje com uma frequência menor, em compensação é um ensaio de livro por e-mail (risos). Já disse que nossos emails dão um livro, né?! Pensarei melhor a respeito disso ;)
Amiga, você esteve presente - mesmo que de longe - nos meus momentos mais críticos do ano passado. Acho, melhor, eu tenho certeza de que não teria conseguido passar por tudo se você não estivesse aí pra mim. Com seus conselhos sábios, com sua paciência e disponibilidade. Sabe o que eu mais gosto na gente?! A confiança que temos uma na outra! Gosto muito disso. É bom saber que posso confiar a você meus segredos; medos; dúvidas; desejos; sonhos; acontecimentos sem o medo do julgamento. E é melhor ainda saber que você também pensa assim.
Obrigada pelas orações, obrigada pelos compartilhamentos, obrigada pelo afeto, obrigada por me deixar fazer parte da sua vida.
Então, quando o dia 'catorze de janeiro de 2013' chegar - porque o mundo não acabará nesse ano! - voltarei aqui. Com a certeza de que terei mais coisas a te dizer.
Te amo, minha little big sister! <3

- Des mots insensés que tu comprendras. 


ato oitenta seis.



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Vai vê é melhor largar pra lá e deixar o tempo cuidar. Não tenho paciência para justificativas injustificáveis, essa é a verdade. Odeio mentiras e principalmente aquelas inventadas para acobertar a covardia. Ninguém é obrigado a ser gentil ou ao menos educado/a, cada é um livre para fazer o que quiser, principalmente para arcar com as consequências. Não, eu não quero ninguém correndo atrás de mim. Procuro por gente para caminhar ao meu lado, fazendo sol ou chuva, na solidão e principalmente diante da multidão. Discutir por algo - ou alguém - só é valido quando fazemos questão de ter, caso contrário é só seguir em frente. Sim, como se nada tivesse acontecido, como se aquele breve relacionamento fosse só um acidente de percurso. Pode soar radical, mas a vida é assim e nos cobra a sermos assim. Ou é pau ou é pedra, meio termo não satisfaz e nem completa o prazer de ninguém.


frase. /treze



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# singularidade às vezes faz som de plural.


feel this.



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A verdade é que eu não tenho paciência para assistir o mesmo filme várias vezes e não sou de reler livro algum. Porque nada será como foi da primeira vez, detalhes não visto a primeira vista perdem o valor no segundo encontro - e o mesmo serve para as pessoas.
Mas - contudo, entretanto, porém, todavia - como tudo nessa vida exige uma exceção, aqui está a minha: ONE TREE HILL! <3
Ontem saiu o primeiro episódio da (suposta) última temporada - só de pensar nisso tenho taquicardia - e só hoje eu fui assistir. Alguns dizem que já passou da hora de colocarem um ponto final, alegando que o seriado perdeu o sentido ou coisas do tipo. (Preciso mandar essas pessoas se danarem?!)
É preciso assistir com o coração aberto, é preciso entender os detalhes de cara, sentir o que cada música que dizer - porque nem Glee ganha de OTH no quesito trilha sonora - e enxergar além do que se vê.
Acho que eu já assisti as 8 temporadas umas 5 vezes - isso sem contar com as vezes que repeti meus episódios favoritos - e sei que esse número de repetições só tende a aumentar!
De um jeito ou de outro cada episódio tem seu encaixe perfeito.  Mesmo quando tudo parece se repetir desnecessariamente, se você olhar bem perceberá que as mesmas repetições acontecem nas nossas vidas.
Não tenho vergonha de dizer que choro com (quase) todos os episódios. Não tenho vergonha de passar horas a fio diante do computador assistindo os mesmos episódios.
Ao final de cada episódio fico com aquela sensação de saudade e quero mais.
Acho que já está estampado aqui a minha admiração pelo Mark Schwahn (seu lindo!) s2

- I don't wanna be anything other than me (♪)

faixa 97.



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- e mesmo com o desencontro a gente se escolheu. (♪)


despertar a dor.



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O tal dia chegou e para ela era apenas mais um dia qualquer. Ignorou todos os toques do despertador e continuou a dormir, sem nenhum peso na consciência. Até que alguém arromba a porta e abre as cortinas, sim era sua mãe. Estava num desespero incomum, parecia que a casa estava em chamas.
- TU PRETENDE DORMIR ATÉ QUE HORAS, PRINCESA?
- com você gritando assim, eu pretendo hibernar até o próximo outono.
- não vá me dizer que tu se esqueceu.
- é claro que não. do que você tá falando?!
- JESUS MARIA JOSÉ!
- amém! amém!
Ela se sentou na cama e ficou observando a mãe desarrumar todo o seu guarda-roupa. Não queria se levantar e nem se esforçava pra lembrar do que ela havia esquecido.
- VAI CONTINUAR AÍ?
- só pra constar: eu tô sonolenta, NÃO SURDA!
Foi nesse momento que a mãe lhe jogou um vestido na cara e ordenou que ela fosse se trocar. Sem nenhuma empolgação ela saiu da cama e caiu pra dentro do banheiro. Abriu o chuveiro e ficou olhando a água cair e esquentar. Antes de entrar embaixo d'água ela foi até o som, colocou no modo aleatório e apertou o play.
Quando a décima música estava começando a tocar, ela sentiu um arrepio lhe correr pelo corpo e então a ficha caiu.

we.


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Hoje, eles são a mistura do doce com o amargo. Ele sempre otimista e ela sempre tentando colocar os seus pés no chão. Enquanto ela idealizava um futuro perfeito, ele só preocupava com o hoje. Cada dia era o seu dia. Rotina era o que eles faziam para não cair na rotina. Ele chorava com comerciais e ela ria das lutas livres. Eram a contradição de que o semelhante não funciona. De uma forma ou outra eles se completavam e assim ficavam a poucos passos da perfeição. Tinham lá os seus dias nublados, mas o vento do amor sempre afastava as más nuvens. O olhar dele era o mais apaixonado que existia, enquanto ela exalava a paixão através do sorriso. A distância veio e tentou acabar com tudo, o problema é que ela não sabia onde estava se metendo. O que ligava ela a ele e ele a ela não era a presença de ambos. Não existia só ele ou só ela. Eles eram a mistura um do outro e assim seriam até o último suspiro.

solta, roda e vira.


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O ano virou e eu continuo alimentando meu medo por robôs. 
O ano virou e eu continuo não gostando de acordar cedo.
O ano virou e eu continuo encalhada.
O ano virou e eu continuo com a mania de tomar banho de chinelo.
O ano virou e eu continuo achando que pijama é a melhor roupa.
O ano virou e eu continuo fazendo falsas promessas.
O ano virou e eu continuo fugindo dos relacionamentos.
O ano virou e eu continuo esperando por algumas respostas.
O ano virou e eu continuo usando o mesmo nome no blog.
O ano virou e eu continuo com a mesma foto.
O ano virou e eu continuo com preguiça de textos grandes.
O ano virou e eu continuo tentando fazer valer algumas pessoas.
O ano virou e eu continuo com as mesmas amizades.
O ano virou e eu continuo acreditando que Jesus é o melhor amigo do homem.
O ano virou e eu continuo a escrever coisas nonsense. 
O ano virou e eu continuo querendo realizar desejos antigos.
O ano virou e eu continuo usando o mesmo cabelo.
O ano virou e eu continuo deixando tudo pra mais tarde.
O ano virou e eu continuo usando o mesmo óculos.
O ano virou e eu continuo ouvindo as músicas de sempre.
O ano virou e o sorriso dele ainda é o mais belo.
O ano virou e eu continuo com a minha voz de pato.
O ano virou e eu continuo dormindo com dois travesseiros.
O ano virou e eu continuo gostando de assistir desenhos.
O ano virou e eu continuo preferindo chuva ao sol.

O ano virou e eu continuo continuando a continuação.


um dedo de prosa [50]

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Ela: ((:
Ele: (:
Ela: como estamos?!
Ele: juntos?!
Ela: daqui até a eternidade.

faixa 25.



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- Quero ser livre das lembranças que me prendem ao passado. (♪)

riscos e discos.



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Quando resolvemos gostar de alguém, é por nossa conta e risco! E também é debitado nessa conta a missão de fazer o tal alguém perceber e acreditar no sentimento, porque afinal de contas as pessoas não são obrigadas a adivinhar o que se passa do lado de dentro do nosso coração, né?! O que não quer dizer que elas tem o direito de nos fazer de trouxa! 
Talvez o sentimento seja sentindo por ambas as partes, mas uma delas tem que ceder a falta de vergonha e rasgar fronha. Caso contrário, chegará um terceiro e levará o que era pra ser nosso. E é nesse momento que aquele ditado de que ser for pra ser será cai por terra, anota aí.
É claro que depois que a fronha do sentimento for rasgada, não tem como juntar as penas e fingir que nada aconteceu e tá acontecendo. Pode ser que o clima fique estranho, pode ser que as coisas se encaixem perfeitamente, pode ser e pode não ser.
Lembrando que o risco é nosso e só nosso! Não podemos oferecer sentimento esperando retorno, porque daí quebramos a cara e de brinde o coração. 
Não, você não é obrigado/a a oferecer a cara pra bater, você pode ficar no seu mundinho curtindo o sentimento só. Sem preocupação, sem expectativa, sem decepção e principalmente sem o prazer de fazer o tal alguém feliz.
Fato é que teoria é teoria e romance é romance.

um dedo de prosa [49]



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Ela: acho que já passou da hora.
Ele: hora de que?!
Ela: de você ser meu!
(risos)

mimimi



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Por mais estranho que possa parecer, as coisas boas sempre trazem uma certa desconfiança. Elogios são vistos como ironia. Aplausos e sorrisos são tidos como atestado de falsidade. Ninguém acredita na bondade alheia, todos estamos sempre com os dois pés e o coração atrás. Desconfiamos até do nosso espelho. Não nos reconhecemos com um sorriso no rosto ou então com o estômago sendo usado como pista de dança para as mariposas. Sempre que algo bom acontece, automaticamente lembramos de algum ruim que aconteceu antes ou que tá pra acontecer depois. O choro é mais aceitável que a gargalhada. Ninguém finge sofrimento, ninguém quer parecer um fracasso e ninguém força lágrimas para se enturmar em um grupo qualquer. Mas eu não tô só falando de dor ou tristeza, o ódio; o rancor; a mágoa; as frustrações e mais uma pá-de-desgraça também estão na lista. Me pergunto porque é mais fácil acreditar no ruim do que no bom. Será que ninguém merece o benefício da dúvida?! Será que não acreditamos na alegria alheia porque somos um bando de invejosos ?! Tem que vê direitinho isso aê!

# ganha sempre quem incomoda mais.

rodo e pia.


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O amor,
mesmo com a dor
não perde o sabor
e muito menos a cor.

O amor,
mesmo com o clima
não perde a rima
e muito menos o ímã.

O amor,
mesmo com o dia
não perde a harmonia
e muito menos a melodia.

ato cem e um.



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Os dias do lado de cá estão cada vez mais instáveis. Tanto o clima lá fora quando o clima aqui dentro. Vejo o céu azul e aquele sol forte alegrando a vida de vários e fico lembrando da tempestade que rola dentro de mim. Não que eu esteja passando por uma fase deprimente ou coisa do tipo. Às vezes, os papeis são invertidos. Todos correm da tempestade e eu sorrio, ao lembrar do sol que brilha dentro de mim. Lembro-me daquele calor que falta cozinhar os meus órgãos.
 Mas, eu confesso que sou mais chuva do que sol. Não sou uma pessoa triste - já fui durante muito tempo - e também não sou a rainha da felicidade, porque gosto de me equilibrar entre esses estados de espírito.

um dedo de prosa [48]



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Ele: sempre desconfiei que você tinha bom gosto.
Ela: e quanto teve certeza?!
Ele: quando você aceitou meu pedido de casamento.
(risos)

2 patinhos na lagoa.



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Pra bom entendedor, um título basta ;)

dia sim e o outro também.



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Às vezes, a gente acorda e a esperança continua dormindo. Parece que tudo a nossa volta não vai dá certo, que tudo foi perdido e que só levantamos pra cumprir um ritual obrigatório. Em dias como esse, nada tem graça e muito menos cor. Todos os clichés de foreve alone nos serve como roupa encomendada sobre medida. Todos temos dias assim, seja rico ou seja pobre, bonito ou feio, magro ou gordo, banguelo ou sorri dente. Achamos que todos os dias seguintes serão semelhantes ou talvez iguais. Desejamos a morte, não a nossa, a dos outros que nos deixaram daquela maneira. Os ponteiros do relógio caminham na mesma velocidade que uma tartaruga manca, e não é exagero não. Felizmente a noite, a noite de verdade, porque o dia todo parece uma grande madrugada fria e escura. Colocamos a cabeça no travesseiro ou então no braço do sofá. Tentamos uma reza para desejar que tudo fique bem, mas no fundo negando que as coisas possam de fato de ajeitar. Nosso mal é esse pessimismo eterno e essa falta de fé nos pedidos que fazemos. O sono chega depois de um maremoto de pensamentos, lamúrias e algumas lágrimas teimosas que correm pelo nosso rosto. Assim que nossas pálpebras se fecham, o mundo se transforma. Enquanto dormimos coisas mágicas acontecem, pode ter certeza. Bons sonhos invadem nosso pensamento, sorte nossa que o nosso sub-consciente é muito esperto e nunca liga para aquilo que acreditamos ou não. Ele dá espaço para aquilo que almejamos e temos vergonha de dizer. Sonhos bons acontecem, sonhos que só são bons por serem só sonhos. Mais um dia nasce e dessa vez a esperança é esperta o suficiente para se levantar no primeiro toque do despertador.

# a fé é a chave que abre a porta dos sonhos.