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Joana encontrou um mapa, mas não fez sentido e ela guardou num bolso qualquer da mochila. seguiu seu trajeto como se nada tivesse acontecido, sentindo que estava tudo certo. até que algumas ruas começaram a cair num beco sem saída e ela resolveu consultar o mapa que encontrou, percebeu que ele parecia um pouco diferente do que ela tinha visto à primeira vista. sem mais questionamentos, ela escolheu seguir o mapa - na esperança de que ele a levaria ao seu destino almejado. e então, quando ela levantou a cabeça percebeu que havia entrado em outro beco sem saída, seu primeiro pensamento foi "putz, acho que interpretei errado as coordenadas" e fez mais uma consulta. mesmo após entrar em diversos becos sem saída, Joana acreditava que a culpa era sua, pois o mapa prometia que ela iria alcançar o que tanto desejava e um mapa não erra (será?). tomou a sábia decisão de pedir uma orientação à moda antiga: perguntar pra primeira pessoa que encontrasse. foi aí que ela percebeu todas as ruas vazias, porque além de becos sem saída, o mapa a levou para os braços da solidão.
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