sexta-feira, 30 de novembro de 2012

frase. /dezessete

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# Há casos sem acaso.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Vila Velha, 21 de Outubro de 2012.

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você se foi e o seu cheiro ficou, coisa boa viu? na verdade, bom seria se tu ficasse também, mas fazer o que se assim não pode ser? sua chegada não era aguardada e ainda sim tem sido bem apreciada por mim. não é por acaso que as pessoas dizem por aí que o inesperado é sempre mais aproveitado, porque não existe expectativa e nem decepção. tudo que acontece parece ser lucro e nunca prejuízo. abrir o celular e descobrir que tem uma mensagem sua é tão bom! melhor fica quando você me liga ou atende as minhas ligações, até mesmo quando eu penso que nosso papo não vai render. de onde tiramos tanto assunto? se eu gosto de conversar, você é a minha versão masculina e isso com certeza tem contribuído bastante para o crescimento do nosso relacionamento. nossos encontros esporádicos tem me feito bem, só pra constar. sei lá onde vamos parar e se vamos parar em algum lugar, o que tá valendo mesmo é a companhia. acho que eu estava mesmo precisando de alguém como você. e tô falando sério! ‘quero os seus problemas pra mim … quero você sem garantia e com defeito, para NUNCA mais te devolver ♪ <3

sábado, 3 de novembro de 2012

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continuo seguindo com a minha máscara de mocinha apaixonada, daquelas que vivem suspirando amor e exalando paixão pelos poros. quando a verdade é que tô mais vazia de sentimentos do que um balão de ar. nenhuma moça gosta de ser conhecida como uma pessoa fria e claro que dessa regra eu não fujo pra ser exceção. deixei minhas paixões de lado faz tempo, mas nunca confessei isso publicamente, até mesmo porque seria uma contradição berrante diante de tudo que venho publicando. tô sempre trazendo estórias românticas, diálogos fofos e contos com metades felizes - porque até hoje nenhum conto conseguiu o seu final. fato é que nunca quis ser do time daqueles que dizem que amor virou conto de fadas, do tipo inexistente e impossível de acontecer. eu sinto amor e vivo amor, mas não como eu descrevo. meu amor é prático, direto e sem declarações. passei tanto tempo vivendo nessa ilusão que nesse mar eu não caio mais. o problema é que nem todos querem ou aceitam um amor assim. mesmo negando, todos queremos melações e apelidos com nome de comida. ainda consigo fazer carinho - sem modéstia nenhuma, digo e afirmo que sou dona do melhor-carinho-da-cidade! - e até gosto de fazer, mas não é toda hora e nem em qualquer lugar, existe tempo e lugar para tudo, por incrível que pareça, até pro carinho! sei que há alguém por aí que vai aceitar-me assim, prática. deixo minhas melações para meus textos. não quero relacionamento sério e muito menos doce. quero algo divertido, salgado e sem compromisso com compromisso. as pessoas pesam tanto as coisas, principalmente eu. valorizam coisas e rótulos que não possuem valor algum, eu também tô nesse balaio de gato. começo a dar razão para quem diz que a voz final é da razão. não se sente e depois pensa ou se pensa e depois sente, as duas coisas acontecem simultaneamente e somos nós quem dizemos quem deve ficar em silêncio.
é.