domingo, 28 de setembro de 2014

fui na feira e ganhei sorrisos.



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quando o seu amigo começa a namorar é impossível evitar aquele pensamento de cabô-se-o-que-era-doce. mas então a Dai veio e me mostrou que o doce só ficaria mais doce! que sorte a minha, que sorte a de vocês e que sorte a nossa. mesmo sem nenhum contato físico, ela se mostrou tão amável e tão confiável, que logo saquei como ela conseguiu fisgar o coração agitado do Deni. eu não pude acompanhar tão de perto a desenvoltura desse relacionamento, mas eu não podia perder a oportunidade de estar perto num momento tão importante. 
no dia vinte de setembro de dois-mile-catorze vocês deram mais um passo juntos no felizes para sempre. minha oração é para que cada dia seja tão valorizado quanto aquele sábado foi. quero chegar no dia do meu casamento com a mesma calmaria que a Dai e com toda a certeza que o Deni me passou, amém! me orgulho muito de vocês, que se tornaram referências pra mim. 
espero ansiosamente pela visita do casal em minha humilde residência - logo vocês só estão autorizados a vir a partir do ano que vem, sendo assim vão se programando e me dando a prioridade na visita, visse? 
as canjicas expostas só comprovam a felicidade que estava dançando dentro de cada coração. 

eu amo você, Deni. 
eu amo você, Dai.
eu amo muito vocês dois juntos!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Bell(eza) de minha vida.


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no último sábado (vinte de setembro de dois-mile-e-catorze) eu realizei um sonho que nasceu no dia vinte três de junho de dois-mile-dez, quando ela me apareceu como 'Cris Souza' e cheia do afeto em suas palavras. há quem não valorize um comentário, mas há outras tantas pessoas como nós que valorizamos tanto que quando se toca já é parte uma da outra. mas ela não se contentou só em ser a 'Cris Souza' e no dia catorze de agosto, do mesmo ano, ela veio também como 'Bell Souza', porque afeto bom vem em dose dupla - pra minha sorte!
os meses foram se passando e esticando o afeto que nos unia, até chegarmos no dia cinco de março de dois-mil-e-doce e nos tornamos amigas no facebook e estreitarmos os laços criados no antigo blog. eram recados e sms que me fazia perceber que aquela baiana tinha vindo pra ficar e encantar a minha passagem por esse mundo.
foram algumas horas, algumas ótimas e inesquecíveis horas ao seu lado, minha coisinha mais linda do mundo! é tão maravilindo demonstrar e receber afeto sem medo, ser a gente e ao invés de repreensão receber abraço. 
já espero ansiosamente pelos próximos abraços.

eu amo você, minha Bell

terça-feira, 23 de setembro de 2014

consta ações.



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sempre me contentei com pouco, nunca cobrei demais das pessoas por medo delas desistirem de mim. eu não sei quem sou por mim, tenho o mau costume de me misturar com meus relacionamentos. às vezes penso que não passo de uma farsa para conquistar e quebrar corações. 
gosto de carinho e sou uma fã declarada de abraços. acho que é resultado da criação que recebi de minha mãe e minha tia caçula - que me ensinaram que dormir ou só deitar entrelaçada com outra pessoa é muito bom. 
tenho uma atração forte por orelhas, pra mim é o melhor lugar de fazer e receber carinho. só não me lembro onde ou quando a adquiri, mas sempre que tenho oportunidade eu agarro a orelha alheia. 
conservo amor mesmo depois do rompimento. me esforço ao máximo pra aceitar que o outro tem todo o direito de seguir a vida sem minha companhia, mas com aquele sentimento egocêntrico de que minha ausência fará eco em seu coração. 
coleciono datas como se fossem chaveiros. gosto de celebrar as semanas, os meses e principalmente os anos ao lado daqueles que são meus motivos de sorrir. o que pra alguns são meros números, pra mim são constatações de que quanto mais melhor. 
danço com a solidão e perco a linha quando acompanhada. só me mostro quando me sinto segura, só bebo na companhia de quem me passa confiança, só sou eu quando me misturo no outro. 

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

pontos sem chaves.



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o destino de minhas viagens sempre foram pessoas;
minha motivação se encontra nos sorrisos que estão guardados pra mim;
o que leva minhas mariposas estomacais a dançarem é saber que tem gente a me esperar;
meu coração transborda de felicidade em saber que grande será a quantidade de abraços que irei receber.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

do(lo)res.



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mais um sofrimento que chega ao fim e junto com ele um relacionamento. eu gosto de sofrer, gosto de chegar ao fundo do poço e mergulhar na fossa. na vitrola só toca aquelas músicas que fazem o coração murchar feito rosa velha. releio mensagens, textos e analiso milimetricamente cada fota. stalkeio cada passo e cada postagem. levo o sofrimento a sério, valorizo cada minuto de dor e choro. deixo minha saúde se abalar, meu corpo queimar em febre e os hematomas se espalharem.
 assim foram minhas últimas semanas, na verdade foram meus últimos meses. o luto demorou mais do que o previsto, porque meu coração não estava acostumado a se apaixonar de verdade por uma pessoa só. e hoje isso acabou, porque a trilha sonora, as preocupações, os sonhos, os pensamentos e os objetivos trocaram de roupa.
recebi um conselho que dizia: mergulha na fossa, mas saia renovada. então ... eis-me aqui, novinha e quase em folha. 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

vide bula.




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a identidade afirma que cheguei na casa dos 24, mas o corpo e a mente pararam na puberdade. café com leite, cerveja gelada e leite queimado. faculdade de matemática e aulas particulares. tpm ao contrário. sentimentalista e dramática de fábrica, acomodada pelo tempo. coleciono paixões, chaveiros, canecas e corações quebrados. uso música pra marcar o tempo, pra passar o tempo e pra melhorar meu tempo. gosto de cheiro de livro novo e sabonete de erva doce. bala mole e chiclete de menta. chocolate ao leite. batata frita com sorvete. pudim antes de qualquer refeição. o abraço mais gostoso da cidade. mania de lavar as mãos e só dormir de meias. não sei rir de nada, porque vim com um dispositivo alterado pra gargalhar alto e escandalosamente. sou canela verde por obrigação e nordestina por escolha do coração. tenho quase que um dialeto próprio e odeio gente que tenta me corrigir. só uso letra maiúscula no papel ou em e-mail para estranhos. escrevo carta de lápis. margaridas e girassóis. tatuagens pra ilustrar o que tem por dentro. dias nublados são meus favoritos e chuva só se não for sair de casa. banho quente sempre. 

terça-feira, 2 de setembro de 2014

ato qualquer.



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tô passando por mais um daqueles momentos em que a vida se bagunça toda. e quando digo isso é porque foi tudo revirado e deixado de qualquer jeito. e como em todas as vezes eu me sento, na verdade eu me deito e fico só observando. porque sempre tem mais alguma coisa pra se soltar do teto e não quero nada caindo na minha cabeça. já me basta o coração que se encontra em farelos e o sangue ralo que me corre nas veias. a gente só repara o estrago quando ele já não cabe mais embaixo do tapete, quando o sorriso amarelo não aparece, quando qualquer motivo é o suficiente pra fazer os olhos lacrimejarem e quando não se tem motivos pra sair da cama. eu sei que é fase, eu sei que vou sobreviver, eu sei que tudo vai melhorar, eu sei ... mas às vezes eu esqueço, enlouqueço e não me reconheço. 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

um dedo de prosa. [72]




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ela: bela bunda.
ele: obrigada.
ela: mas eu prefiro a minha.
ele: todos nós!
(risos)