ia.





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espalharam por aí que 'te amo' não é 'bom dia' 
e que dizer 'bom dia' é sinônimo de ironia,
com isso a vida fica vazia. 

pra curar.



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encontre um alguém que aceite as jujubas vermelhas/amarelas e te doe as roxas/verdes/laranjas;  um alguém que aceite rever um filme só pra te fazer companhia; alguém que não se importe de te abraçar no calor; um alguém que te lembre o afeto que por ti sente; alguém que suporte seus dramas; um alguém que aceite assistir um programa qualquer de tv só pra ficar do seu lado; alguém que te ajude a exercitar a paciência; alguém pra te acompanhar nas brincadeiras exóticas; um alguém que te apresente novas experiências; alguém que seja saudade; um alguém que tenha beijo-que-tudo-cura; alguém que te faça miojo; um alguém pra dividir o último chiclete; alguém que decore todas suas manias estranhas; um alguém pra entrelaçar os dedos e os laços do coração.  

um dedo de prosa. [73]




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ela: tá ouvindo?
ele: o que?
ela: o barulho do meu coração se partindo.
ele: pensei que fosse sua barriga roncando.
(risos)

when you love someone.



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hoje eu recebi o convite para o casamento de um casal amigo. não eram daqueles convites clichês  com letras doradas num papel bonito, mas uma coisa lindamente particular e a cara do tal casal. e o mesmo deveria acontecer com todos os outros casais. 
valorizo o casamento de tal forma que às vezes sinto um certo receio na boca do estômago. mas então vejo casais que renovam a minha fé e amenizam o medo. não que eles sejam casais perfeitos, sem problemas e com famílias de comerciais de margarina. 
quem me conhece sabe as tantas horas que já passei assistindo vídeos e mais vídeos de casamentos. uns em praia, outros em fazendas, alguns na igreja, em cerimonias, em bistrôs, em bares e até em circos. tiro o chapéu, aplaudo de pé e me emociono com casais que transformam esse momento em algo realmente significativo. 
o casamento não começa na cerimônia, mas é através dela que os outros tomam conhecimento daquilo que antes era uma coisa íntima e compartilhada a dois. a celebração do casamento é uma exposição do que já estava sendo cultivado há algum tempo e não o comprovante de uma vida decente (?). 
entre vestidos, gravatas, ternos, bem-casado, docinhos, buquê, decoração, convite, trilha sonora, padrinhos, testemunhas, madrinhas, pagem, dama de honra, cerimônia, festa e qualquer outro ingrediente que componha essa data lembre-se de: imprimir sua nova digital, que agora é feita com dois polegares.

não é uva e passa.




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se a gente não se vigiar acaba por se perder. os primeiros dias de distância gritam a saudade tão alto em nossos corações que nossos olhos ficam cegos. mas o correr dos dias a mais parecem abafar esse som e daí se a gente não vigiar acaba por se perder. esquecemos de voltar, deixamos de procurar e por fim deixamos pra lá. em primeira estancia toda dor é sentida, mas como somos animais estranhos a dor com o passar das estancias se torna aceitável e indolor, se a gente não vigiar acaba por se perder e viver com uma dor aqui e um hematoma ali. o cheiro da saudade misturado com a falta pode ser comparado com o aroma suave que um caminhão de lixo exala. novamente a nossa natureza estranha entra em ação e torna esse cheiro dantes insuportável em uma coisa inodoro e o pior: agradável. daí se a gente não vigiar acaba por se perder. deixamos de nos lavar no outro, não renovamos a limpeza dos trajes ou até nos conformamos com a nudez que o outro deixou. isso tudo acontece tão lentamente, tão embaçadamente e continua na mente. 

leste - oeste.




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encontro.
desencontro.
reencontro.

acaso.
contagem progressiva.
sorte.

surpresa.
rotina.
destino.

começo.
fim.
meio.

paixão.
saudade.
amor.

sem ti.




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digo 'boa noite' e desejo bons sonhos, quando na verdade o que eu queria era sua presença aqui ou então a minha aí. queria não precisar dormir só pra ouvir sua voz e te fazer sorrir. dizem que quando estamos apaixonados perdemos a noção de algumas coisas, talvez seja isso que desperte o meu lado mais coruja de ser. queria que não fosse preciso me despedir, mesmo que fosse apenas pra dormir ou trabalhar. qualquer espaço e silêncio dão vazão pra uma saudade desenfreada e mal educada. queria me bordar em você, assim como a Mallu sugeriu em uma de suas canções. não quero parecer uma velha e louca, apenas quero aproveitar esses suspiros de insanidade cardíaca, que me proporcionam desejos adormecidos e até esquecidos. no final das contas eu irei fechar os meus olhos e sonhar com qualquer outra coisa que não seja sua pessoa, mas acordarei sorrindo porque qualquer coisa que seja boa e de aroma suave me remete até você. sinto mais.

pluralidade singular.



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quem me vê sorrindo nem imagina todo o maquinário que há por trás. a maioria só repara na quantidade de dentes que consigo mostrar. nem todos conseguem notar a chama que se acende nos meus olhos, talvez porque não seja qualquer um que consiga fazê-la se acender. só os íntimos conseguem perceber os saltos ornamentais que meus rins dão.
cada sorriso exige voltas e mais voltas de várias rodas gigantes existentes dentro de meu pequeno corpo. uma pra cada órgão do corpo. já que sorriso de verdade vem de dentro pra fora, pois os dentes são meros manequins do que temos no coração.

nota mental. /4




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saudade não tem nome. não tem data de óbito. não mede distância. não segue a linha do tempo. vem antes, depois e durante as lembranças. não tem raça. não tem cor. não se pode padronizar. saudade não se evita. saudade não pede licença. saudade é saudade independente da idade. 

thinking out loud.




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por favor, sente-se. tome uma, duas ou três xícaras de chá, café ou suco de maracujá. não se preocupe com a hora, farei-te o favor de jogar fora todos os relógios. posso te garantir que o tempo é relativo, assim como o sentimento cardíaco que estou a cultivar dentro de mim. me dê a sua mão, pois o calor que ela emana aquece meus pulmões solitários. seu sorriso se mistura com os brilhos dos seus olhos e então meus rins mostram as canjicas amareladas de vergonha. quero te abraçar e dançar ao som do seu coração descompassado.
por favor, entre e faça de mim sua morada.

feliz pra cachorro.




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você já sentiu uma alegria invadir o seu corpo de forma tão avassaladora que foi capaz de derrubar todos os muros de concretos chamados: mas.? já sentiu suas bochechas doerem e ainda sim não conseguir colocá-las no jeito convencional de sempre? já sorriu tão abertamente que sentiu os lábios racharem por causa da largura de seu sorriso? já se sentiu um ganhador de mega sena e ao invés de dinheiros tu ganhou coleções de motivos pra sorrir? tu já sentiu o alívio quié deixar os pré requisitos de lado e só carregar o peso da felicidade no lugar? já guardou as preocupações futuras no baú e foi dançar com o otimismo do hoje? sabe quando seu sorriso troca de remetente?

guerra fria.




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a idealização vem de berço, impregnada com nosso DNA e talvez seja por isso que sofremos tantas decepções nesse mar de vida. ela alcança todos os patamares e andares de nossas vidas, não há quem possa se salvar. 
cada decepção causa um arranhão em nossa alma, que com o passar dos dias são transformados em cascas e naturalmente se tornam meras cicatrizes de batalha. o problema é que uma cicatriz se cicatriza em cima de outra e daí a pele fica fraca e se rasga novamente. são tantos ferimentos que chega um momento em que eles deixam de causar dor, nos anestesiamos de tal forma que nenhum sentimento é sentido mais. os prazeres se tornam meras atividades automáticas. os desejos são apenas fonte de energia solar, pra queimar nosso espírito com remorsos. 
a tendência sempre é piorar, piora tanto que a gente enxerga tudo como uma forma de crescimento. a gente cresce e não aparece, porque a cada queda somos levados a usar armaduras de desculpas, escudos de preconceitos, lanças de preocupações futuras e capacetes de caramiolas.

estatística mente.



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os dados comprovam que o ano de dois mile catorze foi assim:

  • 39 sessões de cinema; (em sua maioria na segundas, cadique promoção é promoção)
  • 35 sessões de sofá/cama/tapete; (sessões da tarde e afins não foram inclusos por motivo de amnésia)
  • 15 livros; (os outros eu deixei pra terminar em outro momento da vida)
  • 3 novos nomes na lista do beijo; (teve nome repetido, mas todos conhecem o ditado, né?)
  • alguns álbuns pra chamar de favorito; (eu nunca lembro de anotar, tomarei como meta pro ano que vem).
o que os dados não mostram é a chuva de forninhos que passou sobre meu telhado quando eu rompi com o Jean e quando eu resolvi abrir mão do Marcos Felipe. os dados também não mostram como a amizade do Marco Antônio foi um dos maiores presentes de aniversário adiantado que eu ganhei. eles não conseguem expressar a felicidade que eu senti ao ter o Marcus Vinícios de volta a minha vida e de bônus me trouxe um convívio maior com a Camila, o Gutinha, a tia Dadá e o sr. Gentil - fora o bônus bônus que foi o inserimento da Virgínia no conjunto. dados não conseguem expressar a gratidão que sinto por viver natal todos os domingos com as minhas tias, meus primos, meus avós e minha mãe. seria complicado demonstrar em gráficos minhas batidas cardíacas ao receber uma mensagem/uma ligação/ ou qualquer contato vindo do nordeste através do Berg, do Etiópia, da Day, da Bela, da Will, da Nana ou de Thamires. as sessões cinema não teriam pipoca se não fosse o João pra bancar a conta e a companhia. o álbum do sorriso não estaria completo sem as fotas que, finalmente, eu consegui tirar ao lado da Bell e da Dái - porque com o Deni eu já tinha fota, meio que juntos. os meses teriam se arrastado mais ainda se eu não tivesse a Pâmella e Rebeca, minhas fontes de apoio/sermão/fofocas/apelidos/amizade - ainda tem o Victor que é o melhor 'cunhado' até o momento. poderia ser só mais um fato nas estatísticas, se meu reatamento com a Nathana e com a Thami fosse só um alívio da consciência. conexão faz parte de qualquer viagem, mas almoçar com a Haya fez valer cada volta no relógio. meu visual não teria mudado se o Michel não tivesse o contato de quem tinha o contato do contato para fazer os meus dreads. conhecer o Juan, o Eduardo, o Gui, o Jeff e o Matheus, deixou meus diálogos mais animados e musicais. voltar a ter notícias do senhor Heitor e do Eric nunca poderia ser visto só como uma reconciliação, porque o sentimento vai sempre além do nível banal das coisas. encontrei ninho na comunidade âncora, onde passarinhos como o Eric, o Pedro, o Gustavo, a Jú e a Leo são tão acolhedores como carinho de mãe. as geladas e os cafés com o John também não cabem em meros gráficos circulares. os meses não seriam riscados com tanto prazer se eu não tivesse o Thon me esperando no Chile. assistir filme e saber que o Siller é de verdade também não tem como só jogar nas tabelas.
apesar de não gostar de anos pares, posso afirmar que o saldo foi positivo. mesmo sabendo que ainda temos alguns dias pendentes, mas fecho a conta agora e agradeço a todos os envolvidos. obrigada, de nada. e ar maria, me amem! ♥

carta aberta - volume único.



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olar!
eu quase deixei de te escrever, como fiz na semana passada. porque queria de alguma forma deixar isso pra lá. mas hoje eu, finalmente, terminei de assistir HIMYM e MEODEOS! me diz que tu também não gostou, que o final alternativo é que deveria ser o final oficial. como que eles mataram a mulher do cara? o homi passou a vida esperando por aquele romance perfeito e ... acabo de me tocar que a vida num pode e nunca é como a gente planeja. (shit!)
ah! aproveitando que já estou aqui, tu já ouviu o novo cd da onze:20? te cantaria metade daquelas músicas, na verdade eu as mandaria via sms porque todos sabemos que cantar não é meu forte. você é o lado musical de nosso ex-relacionamento. 
pra alguns o ano acaba no dia 31 de dezembro, mas pra mim ele termina hoje. dezembro sempre foi bônus, mês de já começar a organizar os próximos meses. 
essa carta é a nossa season finale.

carta aberta - volume II.



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hoje, eu não senti vontade de te ligar. não estava ansiando por ouvir seu sotaque e nem o som da sua risada. hoje, a minha vontade era de ficar abraçada com você. de te contar sobre meu primeiro dia de vendas-de-brigadeiro. comentar que meu pastor eric fez um ótimo trabalho de garoto propaganda. descansar nos seus braços, pois mal consigo sentir os meus. ouvir o ritmo descompassado do seu coração e sentir sua respiração nos meus cabelos. ligar a vitrola e te mostrar mais um álbum que eu conheci. todas as minhas experiências e rotinas eu quero compartilhar com você, e tenho medo de quando isso passar. essa semana me peguei não pensando em você e isso me assustou um pouco.  me senti esquecendo do medo que tenho de te esquecer.
eu sei, eu só venho aqui e escrevo sobre as minhas vontades, sobre meus desejos, sobre o que me aconteceu ou deixou de acontecer. a verdade, é que fico receosa de perguntar sobre você, pois o silêncio e a ausência de respostas já dilaceraram bastante o meu coração de papel, mas fique a vontade pra responder e se manifestar. qualquer manifestação sua já faz a escola de samba, que existe no meu estômago, adiantar o carnaval. teje avisado!


linhas de expressão.



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em algumas semanas estarei fechando o ciclo dos vinte quatro anos e vou confessar que até hoje a ficha não caiu. me sinto presa no tempo e ao mesmo tempo com uma bagagem de histórias bem pesadinha. talvez seja porque aos doze anos eu me imaginava uma adulta como minha tia caçula, que já morava sozinha e fazia coisas diferentes das que faço hoje. 
sinto que em algumas semanas a cobrança infernal por um relacionamento amoroso irá aumentar, porque ninguém tem mais o direito de só beijar na boca e fim. é claro que eu quero um romance mamão-com-açúcar, mas eu passei quase que o ano todo querendo uma mesma pessoa que ainda não tô sabendo escolher outra, deixar a catraca girar ou qualquer coisa semelhante. melhor do que ter uma boca pra beijar, é ter braços pra me apertar e orelhas preu acariciar - mas não é esse o assunto de agora.
minha avó não cansa de me cobrar um emprego com horário pra entrar, sair, comer e ir no banheiro. e sei que essa cobrança só tende a pesar mais ainda no meu saco-sem-paciência. pensando bem, às vezes até eu me cobro isso, não do mesmo jeito que ela, me cobro não ter uma profissão definida. gosto de lecionar, mas preciso de um diploma de licenciatura e não tenho feito muito pra conseguir. quem sabe depois do sisu? quem sabe depois que eu fugir pro nordeste? 
não invejo quem já tem a sua vida toda traçada, objetivos alcançados e casa própria. diferente do que pensam as minhas tias, eu nunca fui muito de seguir o fluxo. não tenho pressa em me estabilizar, porque isso me traz a sensação de que ficarei presa. quero a liberdade de dormir e acordar em lugares diferentes, mas antes eu preciso me desapegar.
acho que tô vivendo aquele inferno astral antes de completar mais um ano de vida. aceitando que a vida pode ser maravilhosamente diferente daquilo que planejo. 

carta aberta - volume I.



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hoje eu pensei em te ligar. na verdade, eu localizei seu nome na agenda e ao invés de apertar o verde, eu voltei atrás e coloquei o celular de volta no bolso. queria te ligar, mas não era seu aniversário - por que tu não faz aniversário todos os dias e assim me facilita a vida na hora do alô? queria te ligar e contar que hoje eu consegui ficar acordada enquanto fazia a prova do enem. contar que hoje, diferente de ontem, eu coloquei um tênis e escondi as meias antes de sair de casa. mas não achei que seria o suficiente para uma ligação. quis te ligar e contar que o álbum 'rose ave' pode entrar pra nossa trilha sonora, mas daí lembrei que o nós já não existe mais. procurei desculpas para te ligar e isso me fez pensar que no final das contas eu só queria ouvir a sua voz. não tinha assunto algum, só aquela saudade que me visita diariamente. 

marvin.




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Marvin, a vida é pra valer 
eu fiz o meu melhor
e o seu destino eu sei de cor!



depois daquele julho de dois mile oito eu sabia que as coisas entre a gente não iriam continuar como de costume. e cá estamos, seis anos depois e com uma cumplicidade que é trocentas vezes maior que a distância que nos separa. nos últimos meses os laços só foram estreitando, a ponto deu perder toda e qualquer vergonha de lhe contar sobre minha tão bagunçada vida. melhor do que ter em quem confiar, é saber que o outro também confia na gente. 
seriados. bandas. filmes. músicas. livros. cervejas. lugares. temos tanto e tão pouco em comum. diferenças e semelhanças que nos aproximam e nos misturam. 
a vida adulta tá só começando, temos tanto pra viver e pra aprender. tenho orgulho de você, mesmo te achando um tanto quanto chata e metida a sabichona. mas gosto de olhar nossas conversas e encontrar uma variedade de temas, que nos rende conversa para cada dia da semana. 
sem você, eu não saberia da vida dos artistas. sem você, eu não teria conhecido breaking bad ou got. sem você, quem seria o meu secret? sem você, eu não teria o box da banda mais badalada de meu latfm. sem você, meus bofes não teriam os melhores pseudônimos do universo. sem você, quem iria compartilhar as atualizações de meu signo? sem você, eu não saberia stalkear fotas no facebook. sem você, a vida teria menos graça do que tem. 
obrigada pelos conselhos - mesmo sabendo que não irei segui-los. obrigada pelo apoio e pelo colo. obrigada por jogar a verdade na minha cara e ainda sim me ajudar a sonhar. obrigada pelas dicas de música-filme-seriado. obrigada por me deixar entrar e bagunçar o seu mundo e por ajeitar o meu. 

com amor e com afeto, 
eu amo você, Mc Rebis! ♥

daquela conversa. /3



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'como cetá?' 'indo ...' 'por vontade própria?' 'não, só deixando a vida empurrar' 'pra frente ou pra trás?' 'para os lados' 'direito ou esquerdo?' 'esquerdo' 'só?' 'gosto de andar em círculos' 'assim não se sai do lugar' 'quem disse que quero?' 'me deixa de empurrar' 'por que se importa?' 'deixa?' 'e se você cansar?' 'a vida nunca cansa' 'isso não consola' 'ainda não respondeu' 'ainda tô pensando' 'no que?' 'o que eu tenho a ganhar?' 'nada, só vai perder' 'exemplo, por favor' 'não tenho e não darei' 'e o medo?' 'será uma das perdas' 'segura minha mão?' 'só tenho abraços' 'quando começamos?' 'agora, vire a direita' 'e depois?' 'quem se importa?'.

onde encontrar o amor?



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será no tinder? no badoo? no twitter? num blog qualquer? no adote um cara? numa sala do chat uol? ou do chat terra? num grupo fechado do facebook? ou então numa antiga comunidade de orkut? quem sabe num grupo de whatsapp? será que na fila do banco? ou na do pão? sentado do seu lado no busão? no lastfm? naquele show da sua banda favorita? num bloco de carnaval? numa festa estranha com gente esquisita? no par perfeito? no balcão de um bar? na nova rede ello? dentro de você?