segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

when you love someone.



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hoje eu recebi o convite para o casamento de um casal amigo. não eram daqueles convites clichês  com letras doradas num papel bonito, mas uma coisa lindamente particular e a cara do tal casal. e o mesmo deveria acontecer com todos os outros casais. 
valorizo o casamento de tal forma que às vezes sinto um certo receio na boca do estômago. mas então vejo casais que renovam a minha fé e amenizam o medo. não que eles sejam casais perfeitos, sem problemas e com famílias de comerciais de margarina. 
quem me conhece sabe as tantas horas que já passei assistindo vídeos e mais vídeos de casamentos. uns em praia, outros em fazendas, alguns na igreja, em cerimonias, em bistrôs, em bares e até em circos. tiro o chapéu, aplaudo de pé e me emociono com casais que transformam esse momento em algo realmente significativo. 
o casamento não começa na cerimônia, mas é através dela que os outros tomam conhecimento daquilo que antes era uma coisa íntima e compartilhada a dois. a celebração do casamento é uma exposição do que já estava sendo cultivado há algum tempo e não o comprovante de uma vida decente (?). 
entre vestidos, gravatas, ternos, bem-casado, docinhos, buquê, decoração, convite, trilha sonora, padrinhos, testemunhas, madrinhas, pagem, dama de honra, cerimônia, festa e qualquer outro ingrediente que componha essa data lembre-se de: imprimir sua nova digital, que agora é feita com dois polegares.

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