terça-feira, 16 de agosto de 2011

ato quarenta dois.


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As pessoas tentaram me fazer acreditar que eu tinha domínio sobre você, que quando eu precisasse você estaria sempre do meu lado, pronto pra me emprestar seus ombros, hoje vejo que fiz bem em não acreditar nelas, porque né. Não vou dizer que me arrependi de ter abaixado a guarda, porque eu precisava provar pra mim que eu era capaz de sentir algo de verdade, por alguém que estava ao meu alcance - estava, porque não tá mais. Relaxa, não vou pedir pra você voltar e muito menos para que tudo volte a ser como antes. Eu poderia dizer que já vi esse filme uma vez, mas quando o filme passou eu estava imune a esse sentimento que me faz lembrar de você todos os dias. Talvez seja a lei do retorno, talvez eu tenha feito você de besta e agora tô recebendo a minha paga. (que seja)! Interessante é passar por tudo isso sem ser perturbada pelo arrependimento, porque as coisas aconteceram no tempo certo - um certo atrasado. Não é questão de escolha, as coisas só acontecem e não mandam um aviso prévio. Eu confesso que gostaria muito que aquelas pessoas estivem certas, porque perder você nunca fez parte do plano.

6 comentários:

Inercya disse...

e por que é assim? ;~

renatocinema disse...

Planos e acreditar em algo? não são pensamentos que passam por mim.

Não planejo, faço e não acredito, vejo. kkkk

Bela filosofia amiga.

Beijos

Mɑɑh disse...

- Perfeito!
é ruim demais sentir isso, =/ mais quem sabe um dia tudo não se resolva.. quem pode saber o que o destino guarda pra gente.

beijos moça ;*

Caroline disse...

Sei lá o que falar, me passou uma não felicidade, mas não chegou a ser angústia ler o seu texto. De qualquer forma, ele ficou ótimo, como sempre.

Isadora Peres disse...

Ai Fran... Sei como é isso. Abaixar a guarda e a pessoas foderem com o que estava tão bem guardado. Será que eles não percebem que se guardavamos bem é porque valorizamos?! Oi século 21, ainda existem pessoas que se importam e dão o devido valor aos sentimentos, sabia?! Ai, fico até revoltada.
Adorei sua serenidade no texto, mas acho que "explodir" pra fora também é bom. Cetas coisas não devemos esquecer e muito menos engolir. Apenas sobreviver e levar como lição.

Beijos, minha linda. Não fique mal e muito menos se culpe. Quem perde (e pior ainda, provoca essa perda), nunca sabe o que está perdendo!

Carolina Rosseto disse...

Costumo dizer para uma Chará minha (blogueira também) que por vezes ela diz as palavras por mim. E assim foi você. Disse as palavras que eu queria dizer! Obrigada.