sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

dois.



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Na verdade, ela demorou dezesseis minutos - sim, ele cronometrou o tempo.
Foi o tempo de procurar uma blusa qualquer e calçar o mesmo tênis de sempre.
- Onde você pensa que vai, senhorita?
- Mãe, o cara do elevador me chamou pra sair.
- Que cara?
- O que eu encontrei no elevador, enquanto fugia de você.
- VOCÊ FICOU NO ELEVADOR COM O RAPAZ? SÓ DE SUTIÃ?
- E descalça!
Ela respondia tudo com uma naturalidade tão grande, que sua mãe ficou sem saber se acreditava ou se lamentava. O motivo da fuga foi esquecido, ela bateu a porta e entrou no elevador. Assim que saiu, seus olhos o localizaram e ela foi em sua direção.
- Prazer, me chamo Dora.
Um sorriso amarelo e uma mão estendida, essa era a cena capturada por quem passava pela praça.
- Me chamo Guilherme e  na minha terra a gente cumprimenta as pessoas assim.
Ele estendeu a mão e a puxou pra perto, deu-lhe um abraço e três beijos nas bochechas. Antes dela ficar com vergonha, ele abriu a porta do carro.
- Onde vamos?
- Ao paraíso!

10 comentários:

Gabriela Freitas disse...

Quero mais, to apaixonada por esses diálogos da menina...descalça, rs! quero que não tenha fim ok. haha

Thamires Figueiredo disse...

Adoooooooooro tudo isso!

te amo, amiga linda <3

Renan Mendes disse...

Sobre esses romances que acontecem de forma inusitada...

Henrique Miné disse...

mais é um belo de um galã esse Guilherme tbm, né?

ta uma delícia ler isso! x)

beeijos!

- berg dantas disse...

ai Dora maluquinha! tô apaixonado por esse conto! *-*

- berg dantas disse...

que Dora maluquinha! apaixonei pela história!

Caroline disse...

Hmmmm que rápido ele.
Tô adorando!

Carolina Rosseto disse...

continua escrevendo, que eu continuo me deliciando! *-*

Isadora Peres disse...

Hahahaha, que máximo essa Dora! To adorando a história , Fran! Ela e o Guilherme são muito envolventes! Espero a continuação *-* Beijos!

Inercya disse...

Eu ia fácil hahaha
já tô adorando. e que diálogo delicioso :)